50 Anos de Independência Nacional: A Meteorologia como Pilar da Soberania e do Desenvolvimento
50 Anos de Independência Nacional: A Meteorologia como Pilar da Soberania e do Desenvolvimento em Moçambique
Ao longo de meio século de soberania, Moçambique tem registado avanços significativos na ciência meteorológica. O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) acompanhou este percurso, transformando a previsão do tempo numa ferramenta indispensável para a proteção de vidas, o apoio à agricultura e o fortalecimento do desenvolvimento sustentável do país.
Este balanço evidencia não apenas a evolução tecnológica, mas também o compromisso nacional com a resiliência climática, a segurança da população e o progresso socioeconómico.
🌍 Uma trajetória de inovação e esperança, que consolida a meteorologia como um pilar estratégico da soberania moçambicana.
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A CIDADE DA BEIRA, NA PROVÍNCIA DE SOFALA, ESTÁ EM ALERTA
A cidade da Beira, na província de Sofala, centro de Moçambique, está esta quarta-feira em alerta devido ao mau tempo esperado pela passagem de uma tempestade tropical que se formou no Oceano Índico, informou o Instituto Nacional de Meteorologia.
A tempestade, apelidada de Chalane e que afetou também Madagáscar, deverá fazer-se sentir na Beira a partir da madrugada, com ventos entre 90 e 100 quilómetros por hora, disse na terça-feira à comunicação social Acácio Tembe, porta-voz do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique.
Além da província de Sofala, a tempestade tropical deverá atingir posteriormente parte das províncias da Zambézia e Manica, estando as autoridades a sensibilizar as populações para que abandonem as zonas de risco.
A cidade da Beira, uma das principais do país, foi severamente afetada, estando ainda em processo de recuperação dos estragos provocados pelo Idai.
O Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) em Sofala prevê que, no pior cenário, a tempestade tropical afete cerca de 71.070 pessoas, das quais 23.230 na cidade da Beira.
Entre os meses de outubro e abril, Moçambique é ciclicamente atingido por ventos ciclónicos oriundos do Índico e por cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral, além de secas que afetam quase sempre alguns pontos do sul do país.
Além do Idai, pouco tempo depois, em abril, o norte de Moçambique foi afetado pelo ciclone Kenneth, que matou 45 pessoas e afetou outras 250 mil.