Por que os pinguins chegam ao nosso litoral?🐧🇧🇷
Descrição
🐧 Eles parecem estar só fazendo uma visita a Florianópolis. Mas a história desses pinguins é bem mais difícil do que parece.
Todos os anos, entre o outono e o inverno, os Pinguins-de-Magalhães deixam suas colônias
na Patagônia e seguem milhares de quilômetros em busca de alimento e águas mais quentes.
Muitos dos que chegam ao nosso litoral são juvenis, fazendo sua primeira grande migração.
Alguns se perdem do bando, chegam exaustos, desidratados e desnutridos e acabam encalhando nas praias.
E foi exatamente esse contraste que a gente encontrou por aqui: pinguins vivos, nadando e
descansando nas praias… e também alguns que não conseguiram completar essa viagem.
Mas existe outro lado dessa história. Alguns são encontrados vivos, resgatados e encaminhados para reabilitação. Recebem alimentação, hidratação, aquecimento, cuidados veterinários e treinamento até recuperarem as condições para voltar ao mar.
Recentemente, 15 pinguins reabilitados pela R3 Animal foram soltos novamente na Praia do
Moçambique. Depois de tudo o que passaram, eles voltaram para o oceano e seguiram sua
jornada. 🐧🌊
E se você encontrar um pinguim na praia, essa parte é importante:
❌ Não tente colocar o pinguim de volta no mar.
❌ Não coloque gelo.
❌ Não ofereça comida ou água.
❌ Não tente pegá-lo ou tocá-lo.
🐶 Afaste cães e outros animais domésticos.
📞 Acione o resgate pelo 0800 642 3341 ou (48) 3018-2316.
Se ele chegou até a areia, pode estar debilitado e precisar de atendimento.
A gente teve a sorte de encontrar esses animais em Jurerê, no Santinho e até no Canal da Barra da Lagoa.
E depois de conhecer um pouco mais dessa história, fica impossível olhar para um pinguim na praia do mesmo jeito.
Fontes: R3 Animal / Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).
Imagens da soltura: R3 Animal (@associacaor3animal)
Todos os anos, entre o outono e o inverno, os Pinguins-de-Magalhães deixam suas colônias
na Patagônia e seguem milhares de quilômetros em busca de alimento e águas mais quentes.
Muitos dos que chegam ao nosso litoral são juvenis, fazendo sua primeira grande migração.
Alguns se perdem do bando, chegam exaustos, desidratados e desnutridos e acabam encalhando nas praias.
E foi exatamente esse contraste que a gente encontrou por aqui: pinguins vivos, nadando e
descansando nas praias… e também alguns que não conseguiram completar essa viagem.
Mas existe outro lado dessa história. Alguns são encontrados vivos, resgatados e encaminhados para reabilitação. Recebem alimentação, hidratação, aquecimento, cuidados veterinários e treinamento até recuperarem as condições para voltar ao mar.
Recentemente, 15 pinguins reabilitados pela R3 Animal foram soltos novamente na Praia do
Moçambique. Depois de tudo o que passaram, eles voltaram para o oceano e seguiram sua
jornada. 🐧🌊
E se você encontrar um pinguim na praia, essa parte é importante:
❌ Não tente colocar o pinguim de volta no mar.
❌ Não coloque gelo.
❌ Não ofereça comida ou água.
❌ Não tente pegá-lo ou tocá-lo.
🐶 Afaste cães e outros animais domésticos.
📞 Acione o resgate pelo 0800 642 3341 ou (48) 3018-2316.
Se ele chegou até a areia, pode estar debilitado e precisar de atendimento.
A gente teve a sorte de encontrar esses animais em Jurerê, no Santinho e até no Canal da Barra da Lagoa.
E depois de conhecer um pouco mais dessa história, fica impossível olhar para um pinguim na praia do mesmo jeito.
Fontes: R3 Animal / Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).
Imagens da soltura: R3 Animal (@associacaor3animal)
Palavra-chave: historias de moçambique













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