Cordislândia (Sul/Sudoeste de Minas Gerais) Bioma Mata Atlântica

13/10/2026 · Trilha Legis

Descrição

Parabéns aos servidores e vereadores do Poder Legislativo Cordislandense!
Vocês são a prova de que câmara municipal de nove parlamentares pode sim ter um portal na internet de primeira qualidade!!

Para quem não conhece, vale a pena dar uma olhada:

https://www.cordislandia.mg.leg.br/

A região banhada parcialmente pelo rio Sapucaí, onde está incrustado o Município, teve os bravos índios Abatingueiras como seus primitivos habitantes, sendo eles, posteriormente, eliminados pelos Cataguás. Quanto ao território cordislandense, sem registros seguros da presença indígena, recebeu o colonizador branco a partir de 1860, quando o fazendeiro José Paredes Viana, pernambucano que residia na Fazenda Ipiranga, localizada nestas paragens, fundou um povoado com a denominação de Paredes. Contemplado com solo fértil, o território foi logo povoado graças ao afluxo de novos moradores, atraídos pela facilidade de formação de lavouras. Algum tempo após o início da edificação do arraial, Joaquim Silvério Grilo e José Máximo doaram terrenos para as primeiras construções, inclusive o cemitério e a igreja. Em 1889, instalava-se uma escola tendo D. Vitalina Pereira como professora e, logo a seguir, criava-se a Agência Postal sendo seu agente o Sr. Francisco Tomaz Arantes. Em 1930, inaugurava-se a iluminação elétrica. Em 1945 era criada a Paróquia, tendo o Sagrado Coração de Jesus como padroeiro. Ainda hoje, a principal atividade econômica do município é a agropecuária, com a produção de café e leite. O nome de Paredes do Sapucaí foi adotado em 1911, em substituição ao primitivo nome de Paredes. Com a criação do município, em 1962, foi mudado para a denominação atual de Cordislândia. O topônimo, que significa terra do coração, originou-se de homenagem prestada ao padroeiro da cidade, Sagrado Coração de Jesus. GENTÍLICO: Cordislandense.

Palavra-chave: quais foram os primeiros habitantes de moçambique

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