Cemitério dos Pretos Novos: como até 30 mil africanos sumiram do mapa?
Descrição
Cemitério dos Pretos Novos: como até 30 mil africanos foram enterrados no centro do Rio sem que ninguém visse?
Em janeiro de 1996, um casal reformava a casa na Gamboa, no Rio de Janeiro, e encontrou ossos humanos misturados a cerâmica, vidro e ferro. Era o antigo Cemitério dos Pretos Novos, onde eram sepultados africanos que morriam logo após o desembarque. Neste vídeo, separamos o que é registro do que é estimativa: as datas que as fontes não confirmam, os números que variam e o que a arqueologia já mostrou.
💬 Por que uma cidade inteira esquece o próprio cemitério? Conta nos comentários.
🔔 Inscreva-se para não perder o próximo caso: https://www.youtube.com/@AutosDoMisterio?sub_confirmation=1
Capítulos:
0:00 Introdução
0:58 O contexto
4:02 O cemitério
6:54 O silêncio
7:53 A descoberta
8:50 Os números
9:49 A arqueologia
11:13 O que sabemos
12:10 Conclusão
Fontes:
- Agência Brasil — "Encontrado primeiro esqueleto completo no Cemitério dos Pretos Novos" (2017) e matéria sobre os 250 anos do sítio (2024) — https://agenciabrasil.ebc.com.br
- Ciência Hoje 291 — "Cemitério dos Pretos Novos" (2012) — https://cienciahoje.org.br/artigo/cemiterio-dos-pretos-novos/
- Americas Quarterly — "Brazil's Black History Uncovered" (2018) — https://www.americasquarterly.org/content/brazils-black-history-uncovered
- UNESCO — Cais do Valongo, Patrimônio Mundial (2017) — https://whc.unesco.org/en/news/1691/
- Júlio César Pereira — "À flor da terra: o cemitério dos pretos novos" (Prefeitura do Rio)
- Datas de início (1769, 1772 ou 1774) e número de sepultados divergem entre as fontes; o vídeo trata esses dados como estimativas.
Imagens e vídeos (via Wikimedia Commons, com recortes e movimento de câmera):
- Agência Brasil Fotografias (CC BY 2.0); vídeos de ONU Brasil e CulTour Brasil (CC BY 3.0)
- Halley Pacheco de Oliveira (CC BY-SA 3.0); JCunha (WMB), Juliana Cunha Oliveira, RobertaAllevato, Teresacmatta, Caio Clímaco, Felipe Restrepo Acosta, Jcornelius (CC BY-SA 4.0)
- Domínio público/CC0 — Debret, Rugendas, Earle, Biard, Arago, Luccock, Buvelot, Caron, Leuzinger, Martinet, Walsh e autores desconhecidos. As fotos do sítio e do Cais do Valongo são de hoje; as gravuras de época ilustram o tráfico e o Rio da época, não o cemitério em si.
#misterio #historiadobrasil #pretosnovos
Em janeiro de 1996, um casal reformava a casa na Gamboa, no Rio de Janeiro, e encontrou ossos humanos misturados a cerâmica, vidro e ferro. Era o antigo Cemitério dos Pretos Novos, onde eram sepultados africanos que morriam logo após o desembarque. Neste vídeo, separamos o que é registro do que é estimativa: as datas que as fontes não confirmam, os números que variam e o que a arqueologia já mostrou.
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Capítulos:
0:00 Introdução
0:58 O contexto
4:02 O cemitério
6:54 O silêncio
7:53 A descoberta
8:50 Os números
9:49 A arqueologia
11:13 O que sabemos
12:10 Conclusão
Fontes:
- Agência Brasil — "Encontrado primeiro esqueleto completo no Cemitério dos Pretos Novos" (2017) e matéria sobre os 250 anos do sítio (2024) — https://agenciabrasil.ebc.com.br
- Ciência Hoje 291 — "Cemitério dos Pretos Novos" (2012) — https://cienciahoje.org.br/artigo/cemiterio-dos-pretos-novos/
- Americas Quarterly — "Brazil's Black History Uncovered" (2018) — https://www.americasquarterly.org/content/brazils-black-history-uncovered
- UNESCO — Cais do Valongo, Patrimônio Mundial (2017) — https://whc.unesco.org/en/news/1691/
- Júlio César Pereira — "À flor da terra: o cemitério dos pretos novos" (Prefeitura do Rio)
- Datas de início (1769, 1772 ou 1774) e número de sepultados divergem entre as fontes; o vídeo trata esses dados como estimativas.
Imagens e vídeos (via Wikimedia Commons, com recortes e movimento de câmera):
- Agência Brasil Fotografias (CC BY 2.0); vídeos de ONU Brasil e CulTour Brasil (CC BY 3.0)
- Halley Pacheco de Oliveira (CC BY-SA 3.0); JCunha (WMB), Juliana Cunha Oliveira, RobertaAllevato, Teresacmatta, Caio Clímaco, Felipe Restrepo Acosta, Jcornelius (CC BY-SA 4.0)
- Domínio público/CC0 — Debret, Rugendas, Earle, Biard, Arago, Luccock, Buvelot, Caron, Leuzinger, Martinet, Walsh e autores desconhecidos. As fotos do sítio e do Cais do Valongo são de hoje; as gravuras de época ilustram o tráfico e o Rio da época, não o cemitério em si.
#misterio #historiadobrasil #pretosnovos
Palavra-chave: moçambique cidade da beira








































