RUAS DE MOÇAMBIQUE VOLTAM A SER PALCOS DE PROTESTOS RENAMO NÃO PÁRA NA LUTA PELA VERDADE ELEITORAL
Descrição
Renamo defende "paralisação da economia" para contestar "fraude" eleitoral.
Maputo tem sido afetado por onda de protestos, na sequência da proclamação da Frelimo como vencedora das autárquicas.
Venâncio Mondlane (C), candidato da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) para a cidade de Maputo, Moçambique, 11 de outubro de 2023. Milhares de pessoas, entre simpatizantes da Renamo e vendedores informais, saíram hoje à rua para reclamar “vitória” do candidato do principal partido de oposição nas eleições autárquicas na cidade de Maputo, embora sem confirmação da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Renamo vai igualmente avançar com uma queixa-crime contra os sete juízes do CC que aprovaram por unanimidade o acórdão que proclamou os resultados eleitoral.
Centenas de apoiantes da Renamo percorreram, esta terça-feira, as ruas de Maputo, pela primeira vez desde a proclamação da Frelimo como vencedora das autárquicas, gritando “não vai governar” e com o candidato Venâncio Mondlane a apelar à paralisação da capital.
“Chegou a altura de o povo provar que é o povo que está no poder”, avisou Venâncio Mondlane, ao dirigir-se à multidão que o aguardava à saída da primeira marcha de protesto em Maputo após a proclamação dos resultados eleitorais pelo Conselho Constitucional (CC), na sexta-feira.
“Vamos todos combinar para dois dias parar com tudo nesta cidade”, disse, num apelo a todas as classes profissionais, garantindo que é necessária a “paralisação da economia” para contestar a “fraude” nas eleições autárquicas de 11 de outubro e “devolver a vitória ao povo”. “A própria Constituição nos permite o direito à resistência. Havendo ordens ilegais, o povo tem o direito de resistir”, afirmou Mondlane.
“Já marchamos muito, já marchamos demais. Agora chegou a altura de paralisarmos a economia”, advertiu o candidato da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo, maior partido da oposição), que continua a assumir-se como “autarca eleito” na capital.
Na concentração no Mercado de Xipamanine, um dos maiores da capital moçambicana, que antecedeu nova marcha pelas ruas da capital, Mondlane avançou que a Renamo vai dar entrada na Procuradoria-Geral da República (PGR) com uma queixa-crime contra os diretores.
Maputo tem sido afetado por onda de protestos, na sequência da proclamação da Frelimo como vencedora das autárquicas.
Venâncio Mondlane (C), candidato da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) para a cidade de Maputo, Moçambique, 11 de outubro de 2023. Milhares de pessoas, entre simpatizantes da Renamo e vendedores informais, saíram hoje à rua para reclamar “vitória” do candidato do principal partido de oposição nas eleições autárquicas na cidade de Maputo, embora sem confirmação da Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Renamo vai igualmente avançar com uma queixa-crime contra os sete juízes do CC que aprovaram por unanimidade o acórdão que proclamou os resultados eleitoral.
Centenas de apoiantes da Renamo percorreram, esta terça-feira, as ruas de Maputo, pela primeira vez desde a proclamação da Frelimo como vencedora das autárquicas, gritando “não vai governar” e com o candidato Venâncio Mondlane a apelar à paralisação da capital.
“Chegou a altura de o povo provar que é o povo que está no poder”, avisou Venâncio Mondlane, ao dirigir-se à multidão que o aguardava à saída da primeira marcha de protesto em Maputo após a proclamação dos resultados eleitorais pelo Conselho Constitucional (CC), na sexta-feira.
“Vamos todos combinar para dois dias parar com tudo nesta cidade”, disse, num apelo a todas as classes profissionais, garantindo que é necessária a “paralisação da economia” para contestar a “fraude” nas eleições autárquicas de 11 de outubro e “devolver a vitória ao povo”. “A própria Constituição nos permite o direito à resistência. Havendo ordens ilegais, o povo tem o direito de resistir”, afirmou Mondlane.
“Já marchamos muito, já marchamos demais. Agora chegou a altura de paralisarmos a economia”, advertiu o candidato da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo, maior partido da oposição), que continua a assumir-se como “autarca eleito” na capital.
Na concentração no Mercado de Xipamanine, um dos maiores da capital moçambicana, que antecedeu nova marcha pelas ruas da capital, Mondlane avançou que a Renamo vai dar entrada na Procuradoria-Geral da República (PGR) com uma queixa-crime contra os diretores.
Palavra-chave: primeira capital de moçambique









































Comentários da comunidade
@ime7586 YouTube · 01/12/2023
Muito forte. Deus abençoe sempre
@JoseRocha-ib8sq YouTube · 01/12/2023
Ligado a partir de Angoche.
@AmarchanteFernando YouTube · 01/12/2023
Uma união, uma só força pela verdade eleitoral.
@mateusmanjate4047 YouTube · 01/12/2023 · 👍 1
Nao há como, Maputo é da Renamo. Desta vez nao vao governar...nao governar. Alto som❤
@altafemanuelchrisley YouTube · 01/12/2023 · 👍 1
Ligado a partir de Cuamba, a revolução começou e não podemos parar.✊✊✊
@ime7586 YouTube · 01/12/2023
Ligado apartir de Nampula
@AlvesAdeus-es7im YouTube · 01/12/2023
Viva RENAMO viva a revolução 😊
@ime7586 YouTube · 01/12/2023
A Oração tem todo o poder o murro de Jericó vai cair.
@AdrianoMacheque-dr9ww YouTube · 01/12/2023
Povo no poder.ja tamos muito cansados de governo d FRELIMO
@VintoVitori-ig1pu YouTube · 02/12/2023
Força venacio modlane estamos cansados com ladroes