HISTÓRIA -COLONIZAÇÃO PORTUGUESA E DIÁSPORA AFRICANA / PROF. RICARDO CARVALHO

08/09/2026 · Vereador Prof Ricardo Carvalho

Descrição

#História #Brasil #Racismo
Revisão Para Trimestral 2º Ano 2019
O Projeto da Exploração Colonial Portuguesa
• Colonização Portuguesa de exploração, monopolista condicionada pela Estado Português, diferente das colônias do norte do EUA de colonização de povoamento e alheio ao controle da coroa inglesa.
• Cultivo do açúcar em engenhos marcado pelo Latifúndio (as sesmarias) doação de Grandes extensões de terras pela Coroa; (cana conhecida desde o século XIII implementada no Século XV.
 Diferente dos espanhóis que encontraram sociedade organizadas e metais preciosos os portugueses operaram num território fragmentado em tribos e sem evidente metais preciosos
• Mão de Obras legitimada pela Igreja que permitia a escravização dos infiéis (sarracenos e negroides);
 Bula Dum diversas de 1452 – legitimidade contra os sarracenos;
 Bula Romanus pontifex de 1455 – legitimidade irrestrita para escravizar;
 Mercado lucrativo de escravos;
• Submissão financeira aos Banqueiros e Mercadores de Flandres – refino e distribuição;
• As legitimações do trabalho dos Nativos;
 Aliança entre colonos e indígenas intermediada por jesuítas;
 Índios Bravos – dominados por meio da Guerra Justa;
 Índios Regatados – cativos de outros grupos indígenas;
 A dizimação cultural e física levou a viabilização da escravidão do africano;
• Instalações Açucareiras
 Martim Afonso de Souza – 1533 primeiro engenho em São Vicente;
 Multiplicação dos engenhos; 400 em 1610;
 Açúcar (300 mi) assaz lucrativo em comparação à mineração (200mi) do século XVIII
 Cultura do Açúcar – mercado interno e hábitos alimentares (melaço, rapadura e cachaça);
 As culturas de subsistência sustentava o mercado interno (cultivo do milho, feijão, arroz , produção de ferro para o engenho e animais);
 Plantation – latifúndio monocultor, mão de obra escrava e exportação;
 O Tropeirismo – fator dinâmico de transporte interno;

• Sociedade Colonial
 Senhor de Engenho – proprietário do engenho (Branco);
 Senhores Obrigados – não possuíam instalações de fabricação de açúcar pagava 50% ao Senhor de Engenho (Brancos)
 Dominavam as câmaras municipais;
 Mulheres – reclusas aos lares educando filhos e controlando escravos e agregados;
 Havia rupturas à lógica patriarcal;
 Diversidade Familiar
 Família dos Escravos
 Famílias do Indígenas
 Famílias das Concubinas que criavam seus filhos sozinhas;
 Famílias dos Padres com suas amasiadas e filhos
 Mobilidade Sociais inexistente, mas não proibida
 Pessoas Livres – atividades complementares (feitores, capatazes, padres, militares, comerciantes e artesãos)
 Escravos – maioria dos trabalhos estavam sob o escravo.
A Inserção do Escravismo na Economia Mundial
• A captura se torna o fim das guerras entre tribos africanas, não o seu efeito quando da chegada dos europeus interessados no comércio (traficantes de escravos );
• Os lucros da venda de escravos eram mais dinâmicos do mercado do que a mão de obra em si;
• Provocou o declínio demográfico no Continente Africano – Portugal super-explorou a região da Angola por monopolizar o tráfico na região;
• Selecionava escravos de etnias distintas para matar a cultura e impedir a rebelião;
• Os Navios Tumbeiros – superlotados para maximizar lucros com perdas de 20% na viagem;
• Maior controle por parte dos Espanhóis que tinham somente dois porto para desembarque de Escravos – Cartagena na Colômbia e Vera Cruz no México
• Espanhóis exploraram mais a mão de obra indígenas;
• Porcentagem de Recebimento de Escravos;
 Brasil 38 %
 América Espanhola 17%
 Antilhas Francesas e Louisiana 17%
 Antilhas Inglesas 17%
 Antilhas Holandesas e Dinamarquesas 5%
 Estados Unidos 6%

Palavra-chave: história de moçambique colonização e independência