O caldo de cana (também chamado de garapa em várias regiões do Brasil) tem origem ligada à história da cana-de-açúcar.
• A cana-de-açúcar é uma planta originária do sudeste da Ásia (Índia, Nova Guiné e Indonésia). Há registros do consumo de seu suco já há mais de 3.000 anos, usado tanto como bebida quanto como base para doces primitivos.
• Povos da Índia antiga chamavam o suco de “śarkarā”, termo que deu origem à palavra “açúcar”.
• A partir do século VIII, os árabes expandiram o cultivo da cana e levaram a técnica de moer os colmos para extrair o caldo ao Oriente Médio, Norte da África e Europa mediterrânea.
• Com a colonização, os portugueses trouxeram a cana-de-açúcar para o Brasil no século XVI. Aqui, além da produção de açúcar e aguardente (cachaça), o hábito de beber o caldo fresco ganhou popularidade, especialmente em regiões quentes, tornando-se parte da cultura alimentar.
Hoje, o caldo de cana é consumido em muitos países tropicais (Índia, Egito, México, Brasil), mas no Brasil virou uma marca registrada de feiras livres, praças e beira de estrada, geralmente acompanhado de pastel.
A cana-de-açúcar não é nativa do Brasil. Ela vem do sudeste asiático (Índia, Nova Guiné, Malásia).
Desde tempos muito antigos, povos da Índia e da China já mascavam a cana crua e também extraíam seu suco fresco para beber.
Escritos indianos datados de 500 a.C. já citam o suco de cana como alimento e remédio.
Na China antiga, documentos da dinastia Tang (século VII) falam do uso da garapa em bebidas e xaropes.
Ou seja: o hábito de beber caldo de cana é milenar e bem anterior à escravidão no Brasil.
O caldo de cana, conhecido no Brasil como garapa, caldo de cana ou até calda de cana, e em países hispânicos como guarapo, não é exclusivo de um só lugar. A cana-de-açúcar chegou à América no século XVI, trazida por portugueses e espanhóis, e em diferentes regiões —Brasil, Caribe, Venezuela— logo se descobriu o hábito de espremer o caldo doce e refrescante da cana. A diferença está no nome: no Brasil ficou garapa ou caldo de cana, na Venezuela guarapo. Nos países de língua espanhola, “guarapo” também pode se referir a bebidas fermentadas de milho ou abacaxi, enquanto no Brasil está associado quase sempre ao caldo fresco da cana. No fim das contas, trata-se de uma tradição compartilhada da nossa história açucareira no continente.
MEU DEUS DO CÉU... Esse carra pondo o limão 🍋🟩 com os dedos bem no moinho me deixou ARREPIADO ! Se o moinho pegar a ponta do dedo puxa o braço e só para quando o motor não der conta!
O caldo de cana nao era majoritariamente reservado para a cachaça, mas sim para fazer açucar! Uma pequena parte era utilizada para a cachaça, mas o motor da economia era o açúcar
Comentários da comunidade
@renelrodrigo9041 YouTube · 23/09/2025 · 👍 2930
Até hoje a segurança do trabalho não chegou na feira ...
@JKSS762 YouTube · 24/09/2025 · 👍 1504
Não sei oq me impressiona mais, o cara colocando o dedo tão próximo ao cilindro ou finalmente ver uma máquina de moer cana limpa 😂😂😂😂😂😂😂😂😂
@remitoncosta206 YouTube · 18/09/2025 · 👍 997
O bixo é doido mesmo, olha o dedo raspando na prensa
@getuliooliveira6882 YouTube · 23/09/2025 · 👍 251
Rapaz ,pedir um com limão, é o mesmo que pedir pro cara fazer roleta russa .Qualquer dia desses vai ter caldo de dedo
@chiagosan YouTube · 24/09/2025 · 👍 41
O caldo de cana (também chamado de garapa em várias regiões do Brasil) tem origem ligada à história da cana-de-açúcar. • A cana-de-açúcar é uma planta originária do sudeste da Ásia (Índia, Nova Guiné e Indonésia). Há registros do consumo de seu suco já há mais de 3.000 anos, usado tanto como bebida quanto como base para doces primitivos. • Povos da Índia antiga chamavam o suco de “śarkarā”, termo que deu origem à palavra “açúcar”. • A partir do século VIII, os árabes expandiram o cultivo da cana e levaram a técnica de moer os colmos para extrair o caldo ao Oriente Médio, Norte da África e Europa mediterrânea. • Com a colonização, os portugueses trouxeram a cana-de-açúcar para o Brasil no século XVI. Aqui, além da produção de açúcar e aguardente (cachaça), o hábito de beber o caldo fresco ganhou popularidade, especialmente em regiões quentes, tornando-se parte da cultura alimentar. Hoje, o caldo de cana é consumido em muitos países tropicais (Índia, Egito, México, Brasil), mas no Brasil virou uma marca registrada de feiras livres, praças e beira de estrada, geralmente acompanhado de pastel.
@semcorte14 YouTube · 24/09/2025 · 👍 156
A cana-de-açúcar não é nativa do Brasil. Ela vem do sudeste asiático (Índia, Nova Guiné, Malásia). Desde tempos muito antigos, povos da Índia e da China já mascavam a cana crua e também extraíam seu suco fresco para beber. Escritos indianos datados de 500 a.C. já citam o suco de cana como alimento e remédio. Na China antiga, documentos da dinastia Tang (século VII) falam do uso da garapa em bebidas e xaropes. Ou seja: o hábito de beber caldo de cana é milenar e bem anterior à escravidão no Brasil.
@carlosreyes3259 YouTube · 25/09/2025 · 👍 4
O caldo de cana, conhecido no Brasil como garapa, caldo de cana ou até calda de cana, e em países hispânicos como guarapo, não é exclusivo de um só lugar. A cana-de-açúcar chegou à América no século XVI, trazida por portugueses e espanhóis, e em diferentes regiões —Brasil, Caribe, Venezuela— logo se descobriu o hábito de espremer o caldo doce e refrescante da cana. A diferença está no nome: no Brasil ficou garapa ou caldo de cana, na Venezuela guarapo. Nos países de língua espanhola, “guarapo” também pode se referir a bebidas fermentadas de milho ou abacaxi, enquanto no Brasil está associado quase sempre ao caldo fresco da cana. No fim das contas, trata-se de uma tradição compartilhada da nossa história açucareira no continente.
@betorenault3010 YouTube · 24/09/2025 · 👍 57
MEU DEUS DO CÉU... Esse carra pondo o limão 🍋🟩 com os dedos bem no moinho me deixou ARREPIADO ! Se o moinho pegar a ponta do dedo puxa o braço e só para quando o motor não der conta!
@AbilioRoberto-l8u YouTube · 25/09/2025 · 👍 12
SEM FERRUGEM, SEM ABELHA ? ENTÃO NÃO PRESTA !
@thiagokborges YouTube · 23/09/2025 · 👍 26
O caldo de cana nao era majoritariamente reservado para a cachaça, mas sim para fazer açucar! Uma pequena parte era utilizada para a cachaça, mas o motor da economia era o açúcar