Descolonização Portuguesa: Os 500 Dias do Fim do Império | RTP
Descrição
O site “Descolonização Portuguesa: Os 500 Dias do Fim do Império” vai ajudá-lo a reviver um tempo recheado de guerras e conquistas, sonhos e esperanças, afetos, desespero e saudade.
Veja aqui:
rtp.pt/descolonizacaopt
O Museu das Comunicações, em Lisboa, serviu de palco para a apresentação do site: “A Descolonização Portuguesa. Os 500 Dias do Fim do Império” desenvolvido pela RTP.
O site coloca em diálogo o acervo dos diferentes arquivos parceiros no projeto, permitindo conhecer e perceber alguns dos factos que fizeram parte da história da descolonização portuguesa.
“Os 500 Dias do Fim Império” começaram a 8 de junho de 1974. Reunidos em plenário, na Manutenção Militar, os oficiais do MFA decidem avançar com um cessar-fogo imediato no Ultramar.
Mas esta contagem até ao fim do Império é muito mais do que isso. É o resultado de um passado que este site vai revisitar a partir da Conferência de Berlim e do Mapa Cor de Rosa, prosseguindo com o envolvimento de Portugal na I Guerra Mundial, as vagas de descolonização após a II Guerra Mundial e intransigência de Salazar com o consequente isolamento internacional de Portugal, o início da guerra em três frentes: Angola, Guiné e Moçambique, a liderança de Marcello Caetano, a Revolução de Abril e os 500 dias do fim do Império que começam a 8 de junho de 1974 quando reunidos em plenário, na Manutenção Militar, os oficiais do MFA decidem avançar com um cessar-fogo imediato no Ultramar e vai até novembro de 1975.
A RTP contou com a parceria do Arquivo da Torre do Tombo, o Arquivo Diplomático, o Arquivo Ultramarino, o Arquivo do Exército, da Marinha, da Força Aérea e a Fundação Mário Soares.
A revisão e o acompanhamento cientifico foi feito pelo Instituto de História Contemporânea.
Estas parcerias permitiram que o site reunisse, pela primeira vez, documentos nunca antes publicados, como o relatório final da queda da Índia elaborado por Vassalo e Silva, que se encontra no Arquivo da Marinha ou os apontamentos integrais de Marcello Caetano durante a reunião com Spínola, dias depois da apresentação do livro “Portugal e o Futuro”, que haviam já sido publicados parcialmente em 1976. Para ver e descobrir há também discursos em áudio de Oliveira de finais da década de 30 e inicio da década de 40.
O site “Descolonização Portuguesa: Os 500 Dias do Fim do Império” vai ajudá-lo a reviver um tempo recheado de guerras e conquistas, sonhos e esperanças, afetos, desespero e saudade.
Sons, imagens, textos, num trabalho conjunto e integrado de vários arquivos, permitirão reconstruir a história da descolonização portuguesa.
Venha despertar a memória, cruzar oceanos, atravessar continentes e parar no tempo sempre que quiser.
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http://media.rtp.pt/extra/eventos/17397/
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O Museu das Comunicações, em Lisboa, serviu de palco para a apresentação do site: “A Descolonização Portuguesa. Os 500 Dias do Fim do Império” desenvolvido pela RTP.
O site coloca em diálogo o acervo dos diferentes arquivos parceiros no projeto, permitindo conhecer e perceber alguns dos factos que fizeram parte da história da descolonização portuguesa.
“Os 500 Dias do Fim Império” começaram a 8 de junho de 1974. Reunidos em plenário, na Manutenção Militar, os oficiais do MFA decidem avançar com um cessar-fogo imediato no Ultramar.
Mas esta contagem até ao fim do Império é muito mais do que isso. É o resultado de um passado que este site vai revisitar a partir da Conferência de Berlim e do Mapa Cor de Rosa, prosseguindo com o envolvimento de Portugal na I Guerra Mundial, as vagas de descolonização após a II Guerra Mundial e intransigência de Salazar com o consequente isolamento internacional de Portugal, o início da guerra em três frentes: Angola, Guiné e Moçambique, a liderança de Marcello Caetano, a Revolução de Abril e os 500 dias do fim do Império que começam a 8 de junho de 1974 quando reunidos em plenário, na Manutenção Militar, os oficiais do MFA decidem avançar com um cessar-fogo imediato no Ultramar e vai até novembro de 1975.
A RTP contou com a parceria do Arquivo da Torre do Tombo, o Arquivo Diplomático, o Arquivo Ultramarino, o Arquivo do Exército, da Marinha, da Força Aérea e a Fundação Mário Soares.
A revisão e o acompanhamento cientifico foi feito pelo Instituto de História Contemporânea.
Estas parcerias permitiram que o site reunisse, pela primeira vez, documentos nunca antes publicados, como o relatório final da queda da Índia elaborado por Vassalo e Silva, que se encontra no Arquivo da Marinha ou os apontamentos integrais de Marcello Caetano durante a reunião com Spínola, dias depois da apresentação do livro “Portugal e o Futuro”, que haviam já sido publicados parcialmente em 1976. Para ver e descobrir há também discursos em áudio de Oliveira de finais da década de 30 e inicio da década de 40.
O site “Descolonização Portuguesa: Os 500 Dias do Fim do Império” vai ajudá-lo a reviver um tempo recheado de guerras e conquistas, sonhos e esperanças, afetos, desespero e saudade.
Sons, imagens, textos, num trabalho conjunto e integrado de vários arquivos, permitirão reconstruir a história da descolonização portuguesa.
Venha despertar a memória, cruzar oceanos, atravessar continentes e parar no tempo sempre que quiser.
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Palavra-chave: primeiros habitantes de moçambique













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Comentários da comunidade
@MultiMainstreet YouTube · 11/07/2018 · 👍 3
Muito boa apresentação. José Albergaria
@carlosfortes11 YouTube · 27/11/2022
Viva
@andrepereira9 YouTube · 26/06/2020 · 👍 5
Viva o império
@EduardaGaspar-on7fj YouTube · 12/04/2024
A descolonização teria de ser feita.Muitos portugueses que estavam em África foram terrivelmente afetados.O mal veio de trás. Salazar não entendeu que era impossivel aguentar uma guerra. Tinhamos todo o mundo contra nós. Salazar deveria ter dialogado com os africanos e chegar a um acordo,que benefiasse ambas as partes.Mas não,este slongan "Portugal não é um país,pequeno",foi um erro.Os militares estavam a vêr chegar a hora,dos seus filhos,irem morrer,em África.Em áfrica os portugueses que viviam nas grandes cidades,como Luanda,Lourenço Marques e Bissau,nem se apercebiam que havia guerra.Nas grandes cidades a vida decorria,sem sobressaltos.....era no mato que se combatia.Por essa razão,também eles foram apanhados,de surpresa.A descolonização teria de ser rápida,não havia tempo.....o branco era um alvo a abater.Não houve tempo.....para nada.....só restava fugir....