O ALEMBAMENTO NA MINHA CULTURA: Caso povo Ovimbundu
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Produção Executiva: RNP
Produtor: Praia Chandalombua
Realizador: Mokotó Praia
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Realizador: Mokotó Praia
Palavra-chave: primeiros habitantes de moçambique

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01/11/2026 · Mokotó Praia
Palavra-chave: primeiros habitantes de moçambique
Comentários da comunidade
@deamartinsmusica YouTube · 03/07/2022 · 👍 3
Sou brasileira e a presença de Africa por aqui é grande, sou do batuque de umbigada, trazido pelos primeiros africanos vindo em sofrimento para cá.
@ceciliazimmermann7350 YouTube · 22/10/2020 · 👍 2
Eu conheço isso , eu faço parte de eese alabamento fui sacrificada para alabamento da minha família para os filhos da minha tia .
@Joshua_Cineasta_Director YouTube · 09/03/2023 · 👍 2
Estou muito orgulhoso de ti meu pro...Viva ao Cinema Nacional
@Mach555_SP YouTube · 17/08/2023 · 👍 1
Muito bom. Continua por favor🤲🏾✨
@manuelchimucocayovo4000 YouTube · 29/03/2022 · 👍 1
EL Alambamento si PUEDE HACER UNA ANALISE A PARTIR DEL E.H.C
@marialuizasilva1351 YouTube · 09/10/2020 · 👍 2
Essas coisas a Globo nao mostra
@ngevadipanda4139 YouTube · 08/08/2022 · 👍 2
Ndapandula
@ambrosiomakanganioka3070 YouTube · 10/06/2022 · 👍 1
O CAMINHO DA PERDIÇÃO 1. DE POVO LIVRE HÀ UM POVO AGRILHOADO PELA ESCRAVIDÃO FÍSICA E DEPOIS MENTAL. Deus é Deus; a Natureza é Natureza; e Pessoa é Pessoa. Cada entidade segundo à sua natureza. Mas, os humanos são à única espécie no universo favorecida com os dotes racionais e com capacidades para pensar, reflectir e construir. Já que Deus todo-poderoso é Omniscienciente, Omnipotênte e Omnipresente. Nestas qualidades, é-lhe, revestida à regência do universo. No entanto, ao ser humano, cabe-lhe adaptar-se e gerir com as suas ilimitadas competências racionais, todos os bens materiais e imateriais espalhados pelo universo. O processo da evolução humana foi longo. De simples primata, até à tomada de consciência, muitas foram as etapas que o ser humano teve que percorrer. Mas, contrariamente, ao que alguns historiadores e filosófos afirmam, o homem não nasceu livre. Antes pelo contrário, ele foi já gerado e procriado através de condicionalismos naturais e universais em virtude da sua frágil condição. A exploração da pedra, como utensílio de produção e protecção, levou o homem ao processo da construção da inteligência. Isto, em todos povos em geral. Processo, este, que foi subdividido pelos históriadores ocidentais em idade da pedra; paleolítico e neolítico. Se assim, na verdade se passou no ocidente, só às escavações arqueológicas poderão confirmar, mas uma coisa certa, a história dos povos não é linear. Os processos históricos de cada povo, não se encadeiaram similarmente. Porque cada povo vivenciou outros factores e, portanto, alheios aos outros povos. Neste contexto, é erróneo afirmar que tal povo passou ao mesmo tempo pelo mesmo processo de formação sociológica. Destarte, tudo teve início em Africa. O homem; a sociedade; o pensamento; a escrita; a cultura; ciência; e espiritualidade. Quanto à isto, já não restam nenhumas dúvidas. Porém, para surpresa de muitos, contrariamente ao que Engels afirmara na sua obra intitulada, A Origem da Família e do Estado, o germe que engendrou, tanto a Família, a Organização Social, o Povo, a Nação e, posteriormente, o Estado foi a procriação e os inúmeros cuidados dispensados na educação e protecção da criança. Pelo menos, assim foi assim no seio dos povos Bantu. Mas, antes mesmo da organização do homem que, então, vive em regime primitivo cuja a sobrevivência depende da generosidade da natureza, já o homem descubrira a importância do fogo. Portanto, quando o homem se descobre à si próprio e sua grandeza e, isto, só foi possível graças ao inesquecível encontro entre homens e Deus. Neste encontro, Deus outorgou à língua kikongo à Ne Nzala Mpandu e sua descendência. O homem sempre aspirou ser livre. Livre das contendas com a natureza; livre das ameaças da fauna; livre dos perigos da natureza e do universo. Esta possibilidade foi construída com base nos saberes artesanais da descoberta da importância do ferro, do zinco, do cobre e do ouro. A criação da Etiópia, há mais de 1000000 de anos, como sendo a Primeira Nação do planeta é justamente o grito da necessidade da liberdade. Porque, os Bantu muito cedo compreenderam a importância da unidade. E Unidos eram mais fortes. Mais fortes estavam mais preparados para fazer face à todas as adversidades e vicissitudes da vida. Assim nasce a emblemática liberdade humana como símbolo de unidade entre pares. Entretanto, as exigências do progresso humano vão forçosamente empurrar os homens alcançar outros níveis de organização. Porque, as primeiras organizações sociais eram expressas na Chefiatura, mescladas num tom teocratico, em que, o homem proclamava receber de Deus, o comando de uma sociedade. Tal foi o caso da Mitologia Bantu e até de outros povos como os Sudaneses, Tchadianos e, posteriormente, os Egípcios. A teocracia é o governo, segundo o qual, o poder de algum sujeito dimanava de Deus. Esta crença é muito acreditada no seio dos povos Bantu. Mas, retomando o tema da liberdade, a história confirma que foi graças à união de todos Bantu contra as vicissitudes naturais que tal proeza foi possível ser concretizada. Contrariamente, aos povos asiáticos e ocidentais, onde a liberdade foi arrancada com unhas e dentes aos impostores humanos, na Etiópia, no Egipto e no Kongo-Dia-Ntotila a liberdade é fruto da sabedoria e união das várias famílias e linhagens. Portanto, a liberdade é o símbolo de união e de liberdade dos povos Bantu (a expressão YETU À YETU em kikongo é símbolo disto mesmo). Depois a liberdade, como é claro, corrobora o princípio da igualdade. Mas, como é óbvio, sem igualdade não há liberdade. Todas estas conquistas foram construídas no seio dos povos Bantu, pacificamente. Daí, a proclamação da teoria de KINTUADI. Os Belgas dizem na divisa da pátria deles, de que, L'union Fait La Force (em português - a união faz à força). Em Kikongo, diz-se que, mu kintuadi ye nzolani mawonsono lenda tulenda mo. Com base nestas teorias, os Bantu, sob liderança dos descendentes do Nkongo Nimi, contribuiram no Levantamento dos alicerces do Estado Faraónico do Egipto. O florescente Estado Egípcio. A liberdade, como estandarte, foi sempre o farol condutor dos povos Bantu. Mas, o mundo vai sofrer um grande revés com a tradição da barbárie e da violência práticada no ocidente e asia. Desencaminhando o mundo do recto caminho, colocando-o no aterro do mal. Esta obra foi trabalho do Ocidente e da Ásia. Antes disto, no seio dos Bantu, a moral era inviolável; a ética era intransgressivel; no seio dos povos Bantu, o homicídio era severamente condenável; no seio dos povos Bantu, a corrupção era punível; no seio dos Bantu, o adúlterio era condenável. Porque, estas transgressões eram socialmente condenáveis e punham em causa a unidade nacional dos povos Bantu. Em termos nacionais, não há país no mundo que sofreu tantos atentados como o Egipto. A consequência foi o desmoronamento da federação. Mas mesmo assim, os Bakongo conseguiram erguer o Kongo-Dia-Ntotila, apoiado na tradição, língua e civilização bantu. 1482, com a chegada dos portugueses, o Kongo-Dia-Ntotila vai sofrer um novo revés histórico. Foi, então, que alguns Bantu, depois de serem corrompidos pelos portugueses, com o vinho tinto, bagaceira, panos de seda, chouriços, cervejas e queijos vão, decidir, trocar a liberdade pela escravidão. Isto era claro, a partir do momento em que, os portugueses como hóspedes no Kongo, já não queriam respeitar as autoridades do estado. A semelhança do Egipto, o Kongo-Dia-Ntotila vai sofrer um dos seus maiores golpes da história- a invasão militar, portuguesa, protagonizada por Paulo Dias De Novais, em 1575. Ia-se, então embora, a cara liberdade que sempre foi o farol de unidade e grandeza dos povos Bantu no Kongo-Dia-Ntotila. Na literatura científica temos Aristóteles quem disse que há pessoas que nasceram para ser escravos. Se é verdade, ou não, eu não sei. Mas na verdade, que há pessoas que merecem ser escravizadas, isso sim! Temos uma imensidão deles, como grãos de areia. No século XIX, curiosamente, encontrámos um grande filosófo alemão, kiekergark que diz que, os homens nascem bons, mas que é a sociedade, que era a sociedade quem os pervertia. Não! O problema do homem está na educação. Se for educado, então seguirá o modelo educacional que lhe for enculcado. Neste caso, se a sociedade for barbára, o homem será, consequentemente, barbáro, como foi no caso do ocidente há mais de 2500 anos; se for educado para ser livre, como foi o caso dos Bantu, então aí, o homem será livre. Nos séculos XV e XVI, o homem Bantu depara-se com estas duas possibilidades, no entanto, mesmo com a excelente educação que receberam, alguns trocaram a liberdade pela escravidão à troco de rebuçados. Esta atitude vai custar cara aos Bantu. Até hoje, a nossa liberdade ficou comprometida. Uns destes grandes traidores foi o verme e parasita do Ngola Kiluanje. Aliás, convém referir que, a maior parte de traidores foram aqueles que ocupavam os postos de Governadores e Presidentes de Câmaras e Comunas. A liberdade na Europa teve que ser conquistada porque a Europa era povoado de monstros e, além disso, os Europeus guiam-se pelo princípio do indivídualismo. E com o indivídualismo está o caldo da barbárie feito, basta é ir bebe-lo. Depois da chegada dos Europeus no solo pátrio Kongo, a sociedade recuou milhões de kilometros atrás; o homem regrediu; o estado percursor marcou milhões de passos atrás.
@josederibamarpereirafernan7245 YouTube · 22/06/2022 · 👍 1
Pelo menos tu preserva o sotaque angolano, os demais YouTube, já estão contaminados pelo português do Brasil.
@SengaElisa-ij5tv YouTube · 19/05/2023 · 👍 1
Como é a sua cultura