Moçambique Não vamos esquecer o tempo que passou

13/09/2026 · jorge luis Marques

Descrição

“Fevereiro Antes de Abril” – Tema de um debate promovido pela Casa Internacional de S. Tomé e Príncipe, que pretendeu recordar o 3 de Fevereiro, o dia do mês, embora em anos diferentes, em que se deram os massacres do Batepá, em S. Tomé (3 de Fev. 53) em que morreu Eduardo Mondlane (3 de fev.69) um dos fundadores e primeiro presidente da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO) e um dia depois, a 4 de Fev. de Fev. de 1960, se davam os primeiros passos do Inicio da Luta Armada – “Um caminho para a Dignidade”, acontecimentos, esses, que se considerados importantes para o desencadear da Revolução do 25 de Abril em Portugal

Naquele fim de tarde deste último domingo, dia 6, as salas da Casa Internacional de S. Tomé e Príncipe, estavam cheias, porém, a maior delegação era moçambicana, tendo contado,, inclusivamente, com a presença de um representante da embaixada, em Lisboa.
Houve momentos para recordar tragédias e atos de heroicidade, mas também para poesia e cântico, além de agradeis momentos de debate e convívio.
Por exemplo, a dado momento, alguém, ao fundo da sala, depois de proferir umas breves palavras, irrompe com o cântico“Não vamos esquecer o tempo que passou”
Aliás, frase, que serviria de tema a uma intervenção, em 8 de Abril, de 2013, por Rita Pita, ao dizer que “nenhum de nós é ou deve ser culpado pelos pecados dos nossos pais (ou antepassados). Não temos que carregar cruzes de pecados que não cometemos. No entanto, não devemos nem podemos, nesta rejeição da herança da culpa, apagar a realidade em que viviam os nossos pais e avós e em que alguns de nós também ainda vivemos
À data de independência de Moçambique viviam em Moçambique cerca de 200 mil brancos de origem portuguesa. Muitos nascidos em Portugal, outros já nascidos em Moçambique, descendentes de 2 ou 3 gerações também já aqui nascidas.
Se é verdade que nem todos maltratavam os negros, que muitos sentiam-se moçambicanos e não portugueses e que muitos lutaram, de várias formas, para pôr fim ao colonialismo, a grande maioria ou beneficiou diretamente do colonialismo ou, pelo menos, aceitou silenciosamente as práticas coloniais.– Excerto de: Não vamos esquecer o tempo que passou - Moçambique . http://ambicanos.blogspot.pt/2013/04/nao-vamos-esquecer-o-tempo-que-passou.html - Outros pormenores no site do autor dos videos em http://www.odisseiasnosmares.com/2015/02/quem-matou-eduardo-mondlane-heroi.html

Palavra-chave: tempo em moçambique

Tags: Moçambique e a luta de libertação nacional

Comentários da comunidade

@alvarosousa7707 YouTube · 01/09/2022

Estão melhor agora ? viva o ditador Samora-só criou 12 campos de concentração-parabéns por termos deixado uma provincia hoje pais , um dos mais desenvolvidos em áfrica-kkkkkkkk