A HISTORIA CONTINUA: RIMEIRO-SARGENTO INSATISFEITO COM O MÍSERO SALÁRIO
Descrição
RIMEIRO-SARGENTO INSATISFEITO COM O MÍSERO SALÁRIO
A indignação de um Primeiro-Sargento das Forças Armadas de Defesa de Moçambique tornou-se o reflexo vivo de um problema profundo e histórico no país: a desvalorização dos veteranos que dedicaram a própria vida à construção da pátria.
Este sargento, hoje na terceira idade militar, recorda com firmeza os tempos em que marchou lado a lado com Samora Moisés Machel, nas fileiras da luta pela libertação. Foi um dos homens que carregou o peso da guerra, que viu companheiros tombarem e que acreditou num futuro onde o sacrifício de todos seria honrado com dignidade.
Mas a realidade que vive hoje contradiz completamente essa esperança.
Apesar de ter defendido a nação desde os tempos de Samora, este Primeiro-Sargento recebe apenas 3.112 meticais por mês — um valor que considera profundamente humilhante e incompatível com a sua trajetória. Enquanto isso, os sargentos enquadrados no pós-independência, beneficiados pela atual estrutura salarial, chegam a receber 30.758,00 meticais, criando um abismo que muitos veteranos classificam como injusto e discriminatório.
“Demos a vida pelo país… e hoje somos deixados para trás”, desabafa o militar, com a voz marcada pelo cansaço de quem carrega décadas de serviço e lealdade.
Para ele, não se trata apenas de dinheiro. Trata-se de reconhecimento, de justiça histórica, de respeito pelos que ergueram a bandeira nacional em tempos de incerteza. Trata-se de garantir dignidade aos que lutaram antes que as estruturas do Estado existissem.
Enquanto o país celebra avanços institucionais e modernização nas FADM, muitos dos seus veteranos sentem-se abandonados, esquecidos e invisíveis. A disparidade salarial evidencia uma ferida que, segundo eles, não pode ser ignorada.
A questão que fica é simples, mas pesada:
Como garantir futuro às Forças Armadas se o passado que as sustentou continua a ser negligenciado?
A indignação de um Primeiro-Sargento das Forças Armadas de Defesa de Moçambique tornou-se o reflexo vivo de um problema profundo e histórico no país: a desvalorização dos veteranos que dedicaram a própria vida à construção da pátria.
Este sargento, hoje na terceira idade militar, recorda com firmeza os tempos em que marchou lado a lado com Samora Moisés Machel, nas fileiras da luta pela libertação. Foi um dos homens que carregou o peso da guerra, que viu companheiros tombarem e que acreditou num futuro onde o sacrifício de todos seria honrado com dignidade.
Mas a realidade que vive hoje contradiz completamente essa esperança.
Apesar de ter defendido a nação desde os tempos de Samora, este Primeiro-Sargento recebe apenas 3.112 meticais por mês — um valor que considera profundamente humilhante e incompatível com a sua trajetória. Enquanto isso, os sargentos enquadrados no pós-independência, beneficiados pela atual estrutura salarial, chegam a receber 30.758,00 meticais, criando um abismo que muitos veteranos classificam como injusto e discriminatório.
“Demos a vida pelo país… e hoje somos deixados para trás”, desabafa o militar, com a voz marcada pelo cansaço de quem carrega décadas de serviço e lealdade.
Para ele, não se trata apenas de dinheiro. Trata-se de reconhecimento, de justiça histórica, de respeito pelos que ergueram a bandeira nacional em tempos de incerteza. Trata-se de garantir dignidade aos que lutaram antes que as estruturas do Estado existissem.
Enquanto o país celebra avanços institucionais e modernização nas FADM, muitos dos seus veteranos sentem-se abandonados, esquecidos e invisíveis. A disparidade salarial evidencia uma ferida que, segundo eles, não pode ser ignorada.
A questão que fica é simples, mas pesada:
Como garantir futuro às Forças Armadas se o passado que as sustentou continua a ser negligenciado?
Palavra-chave: atual bandeira de moçambique

































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