2 meses do ciclone Idai: a “dificuldade em não chorar” do funcionário humanitário em Moçambique
Descrição
Um relato do trabalhador humanitário Pedro Matos foi o primeiro a correr o mundo após o ciclone Idai atingir a costa leste do sul da África em 14 e 15 de março.
Matos conta a experiência única em 10 anos de ação como funcionário do Programa Mundial de Alimentação, PMA. Do Iêmen, na maior crise humanitária do mundo, ele agora revive o momento, dois meses depois da tragédia
Falando à ONU News, Matos ainda procura tirar as palavras que nunca saíram logo depois da passagem do primeiro dos dois ciclones que abalaram Moçambique.
A situação atual, como destaca as Nações Unidas, ainda é de grande necessidade. A ONU continua dando ajuda e pedindo mais apoio para os milhões de vítimas.
Matos conta a experiência única em 10 anos de ação como funcionário do Programa Mundial de Alimentação, PMA. Do Iêmen, na maior crise humanitária do mundo, ele agora revive o momento, dois meses depois da tragédia
Falando à ONU News, Matos ainda procura tirar as palavras que nunca saíram logo depois da passagem do primeiro dos dois ciclones que abalaram Moçambique.
A situação atual, como destaca as Nações Unidas, ainda é de grande necessidade. A ONU continua dando ajuda e pedindo mais apoio para os milhões de vítimas.
Palavra-chave: ciclone idai moçambique








































